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Casa d'avó Madalena

Casa de uma matrafona que mora na Aldêa, passa o dia assentada no pial a dizer patochadas

Casa de uma matrafona que mora na Aldêa, passa o dia assentada no pial a dizer patochadas

Casa d'avó Madalena

28
Out15

A felicidade


Avó Madalena

"A felicidade surge quando a mente e os sentidos se tornam serenos e pacíficos. É preciso aprender a olhar para dentro, se queremos felicidade duradoura; deixe que a felicidade de uma vida livre, seja a fonte do seu bem-estar."

 

Brahma Kumaris

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16
Out15

100 segredos das pessoas felizes - Parte IV


Avó Madalena

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E chegamos aos últimos 25 segredos. 

Nos últimos dias tenho colocado algumas coisas em prática, não tem sido fácil domar os meus pensamentos, mas tenho tentado fugir da tentação.

76 - Gostar de animais: a verdade é que as minhas meninas caninas estão sempre para me mimar e amam-me sem esperar nada em troca. A minha vida sem elas seria efectivamente mais pobre.

 

77 - Ter uma boa noite de sono: (sem medicação é algo que não tenho há meses)... dormir faz bem á pele, ao estado de espírito e até aos problemas. De manha tudo parece diferente.

 

78 - Escolher o assunto em que pensar antes de se deitar: em miúda deitava-me e ficava a imaginar historias de princesas e finais felizes. Se pensar nos problemas a mente vai vaguear e vou passar o resto da noite a virar-me de um lado para o outro na cama

 

79 - O fim chega para todos, mas podemos estar preparados: não esperar até ao fim da vida ou a reforma para fazer o que quero. Não adiar mais a felicidade, se faz favor!

 

80 - A forma como vemos é mundo é mais importante do que a forma como o mundo é: o que vemos depende do que procuramos, das nossas expectativas

 

81 - Ter lápis e papel sempre à mão: anotar as ideias e as coisas facilita a vida  evita o stress de perder informação ou de nos esquecermos de coisas importantes. Tenho o hábito de escrever quase tudo e em qualquer lado: bocados de papel, guardanapos de café...

 

82 - Ajudar as pessoas próximas que precisarem de algo: ajudar vale sempre a pena (eu costumo deixar os carros entrar nas filas de transito)

 

83 - Não criticar duramente família e amigos: faça o de forma construtiva, com carinho mostrando que quer ajudar e não destruir

 

84 - Uns gostam do quadro geral outros do detalhe: pode ver o problema na globalidade ou tentar desmembra-lo

 

85 - Se não mudar os objectivos impossíveis eles vão levar-me até ao fundo do poço: devo deixar evoluir os objectivos, avalia-los, reformula-los sempre que necessário e evitar assim a decepção. Reavaliar as prioridades. Se os objectivos não são coerentes com as minhas capacidades que necessidade tenho de me destruir por eles?

 

86 - Não superproteger os outros: deixa-los errar é uma forma de os amar e deixar crescer

 

87 - Visitar os vizinhos: a proximidade pode trazer conforto e segurança

 

88 - Não aceitar o retrato do mundo que a televisão dá: os noticiários deprimem, os programas de luxo deprimem, a televisão enche a cabeça de lixo, tem de ter um bom sentido critico para filtrar o que vê e ouve

 

89 - Coisas pequenas com grandes significados: um sorriso, uma sms, uma flor

 

90 - Não ignorar uma parte da nossa vida (e eu pronta a enterrar os últimos 14 anos): aprende com o passado, amadurece, se grata pelo que salvas-te. Não me posso afundar no trabalho e desleixar com a família. Aprender a equilibrar as áreas da vida

 

91 - Ouvir musica (tenho de procurar outros estilos musicais que os meus preferidos ainda me deprimem mais). A musica estimula o cérebro, emociona, pacifica

 

92 - Aprender a usar o computador (pronto, o livro já tem uns aninhos, praticamente toda a gente já sabe usar o pc), são uma janela para o mundo.

 

93 - Torça pelo seu grupo ou clube: cria empatia dá sentimento de pertença

 

94 - Não permitir que as crenças religiosas enfraquecem: eu simplesmente matei as minhas e agora ando numa procura e sinto-me sem força, sem fé e sem teto. A religião, seja ela qual for, desde que seja adoptada de modo saudável ajuda e acima de tudo oferece esperança

 

95 - Ler sempre: ando sempre com um livro na mala (ultimamente de auto ajuda e espiritualidade), tento fortalecer-me. distraio-me, exercito o cérebro e acumulo sabedoria. É óptimo para evitar pensamentos pois a mente está bem ocupada

 

96 - Cada relação é diferente da outra: não posso deixar de acreditar nos seres humanos só porque tive o azar de me cruzar com uns espécimes menos... não todos são iguais e de certeza que ainda existem pessoas boas e honestas

 

97 - Acreditar na justiça final: no final o bem sempre triunfa e a lei do retorno não pára

 

98 - Desenvolver uma rotina doméstica: tenho implementado o sistema FLY e procuro constantemente novas e melhores formas de organização. Adoro as minhas listas e as minhas rotinas. Transmitem-me segurança

 

99 - Dizer "Não tem importância": as nossa felicidade depende de nós, o que os outros têm não tem importância para mim, eu sou eu. O que tem importante é o que me satisfaz

 

100 - Eu decido! o meu futuro e o modo como me dirijo a ele depende de mim , dos meus pensamentos e da forma como o encaro. As prioridades são minhas e eu que controlo a minha lista de objectivos. A vida é um dom e eu não a vou desperdiçar mais.

 

"A sua vida tem um propósito e um sentido.

Use uma estratégia para alcançar a felicidade"

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15
Out15

100 Segredos das pessoas felizes - Parte III


Avó Madalena

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 A busca pela felicidade não dá tréguas...

51 - Não ter medo da idade (especialmente quando foste trocada por uma miúda 10 anos mais nova). Resta-me a maturidade e sabedoria. E saber que sou melhor agora que há 10 anos atrás

 

52 - Cultivar as lembranças boas: recordar a felicidade do passado tem o poder de trazer felicidade para o futuro. Quando volto ao passado vfeliz gosto de ir para  ás férias em casa da avó Madalena. Era tão feliz e tão amada!

 

53 - Prestar atenção ao que tenho, se calhar já tenho o que preciso mas ainda não percebi: tenho de pensar e começar a reconhecer as minhas alegrias, acima de tudo dar valor ao que tenho

 

54 - Perceber o que me deixa feliz e triste: se descobrir a causa da minha tristeza consigo dar a volta e pensar nela de fora para dentro. Tentar perceber porque estou assim, perceber a origem do problema é um meio para a cura

 

55 - A satisfação é relativa: perceber como avalio a minha satisfação e a minha felicidade, as comparações que faço. Tenho que interiorizar que dentro das minhas possibilidades dei e obtive o melhor. Se desvalorizar em comparação com outros corro o risco de perder um belo momento de felicidade e sucesso ( e esta vai direitinha ás minhas notas do mestrado e às frustrações sem sentido e às exigências que me coloquei)

 

56 - Não deixar que os outros definam os meus objectivos: tenho de descobrir o que sou e o que quero para mim. Viver com base no que me interessa. Chega de ficar no sofá a ver a vida a passar como se fosse um filme e eu uma marioneta. É importante acreditar que temos controlo na nossa vida

 

57 - Não agredir amigos e família (mesmo quando apetece): mesmo quando temos razão de que vale magoar quem amamos? É assim tão importante ter sempre razão?

 

58 - Precisamos sentir que somos necessitados: que os amigos precisam de nós e a família, o cão, o gato...ter consciência que fazemos falta e que somos importantes para alguém é revelador. Fazemos parte da vida de alguém

 

59 - Deixar de pensar "e se": o passado já era, o futuro ainda não chegou, o importante é o presente, o agora, onde podemos fazer diferença

 

60 - Fazer trabalho voluntário: faço parte do Refood Almancil e sinto-me grata por fazer parte deste grupo. Para além de ser uma boa causa ajuda-me a conhecer-me melhor a mim e aos outros. Ser voluntária dá um objectivo á nossa vida e quem sai mais beneficiado somos nós e não tanto aqueles que podemos auxiliar (estou em licença sabática, tenho de retomar todas as funções)

 

61 - Fazer exercício físico: muda o estilo de vida para mais saudável, permite libertar endorfinas e conhecer pessoas novas. Aumenta a nossa energia e com ela a auto confiança e auto estima

 

62 - Tenho sempre uma escolha: ninguém me pode obrigar a nada, eu tenho o poder de escolher. Ao invés de perder tempo a queixar-me devia aplicar esse tempo a escolher o que gosto e me faz melhor. A forma como encaro as coisas tornam-nas num fardo ou numa atividade de prazer e de cuidado pelos outros. (exemplo engomar pode ser um a fardo ou uma forma de mostrar ao meu filho que me importo com o modo como se veste e se apresenta confortavel nas suas roupas)

 

63 - O que importa não é o que aconteceu, mas como lidas com o que aconteceu.

 

64 - Desenvolver interesses comuns com as pessoas que gostas: os encontros de tricot, os fóruns de leitura, as caminhadas são apenas formas de criar laços, permite um relacionamento mais duradouro e melhor qualidade de vida

 

65 - Ri-te!! Entrega-te e ri (para esta inscrevi-me numa sessão de terapia do riso) - a felicidade está relacionada com o humor

 

66 - Deixar que a minha vida gire apenas em função de uma coisa: o obsessão fez-me perder momentos muito bons que não recuperarei, evitar este abuso é fundamental, a vida gira em redor de muitas coisas e de muitas pessoas, sai da caverna!

 

67 - Compartilhar: não ter vergonha de pedir amparo aos amigos e família, não preciso guardar tudo dentro de mim porque depois vem as crises de ansiedade e expludo. Não me vou voltar a isolar do mundo! 

 

68 - Estar ocupada é melhor que estar chateada: encontrar qualquer coisa para fazer, ocupar corpo e mente de modo a não existir espaço para pensamentos menos positivos. 

 

69: Faz o que dizes que vais fazer: comprometer-me comigo mesma, com a família, com os amigos. Gera confiança e credibilidade 

 

70 - Procurar pensar menos nas pessoas e assuntos que não interessam: pensar no que nos aborrece apenas aumenta o aborrecimento. Esqueça quem não merece ser lembrado.

 

71 - Manter o contacto com a família: embora algumas pessoas só tenham alguns aspectos biológicos comuns, tem sempre alguém na família de quem gostamos: um primo, um tio. E eu tenho tantas saudades da minha família.. estou longe e só as chamadas telefónicas não ajudam. Mas tem aqueles familiares que sinto falta mas nem o numero sei e acabam por ir ficando para trás.

 

72 - Comer fruta todos os dias (coisa que devo fazer 1 vez por mês), faz diferença na nossa vida, os alimentos processados são prejudiciais. Alem de doces também trazem benefícios emocionais

 

73 - Pensar em termos concretos: definir objectivos concretos e ir avaliando o seu progresso. As metas que cumprimos são sempre benéficas e impulsionadoras. Atingir objectivos aumenta a autoconfiança, satisfação e prepara-nos para novos objectivos

 

74 - Dar apoio às outra pessoas: Ajudar os outros e uma boa forma de nos ajudar-mos. Eu tenho de aprender a escutar, sou muito cabeça no ar e perco-me....

 

75 - Procure reconciliar as pessoas: passa a vida a fazer isto com a minha mãe e minha avó (que é sogra), parecem gato e rato de tão teimosas. Já estão as 2 meio taralhoucas mas eu preciso delas juntas e elas precisam uma da outra.

 

 

 

 

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14
Out15

A montanha


Avó Madalena

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 "Imagina um homem a caminhar por uma estrada. E a estrada tem contornos, tem curvas, tem subidas e descidas. Imagina também que esse homem encontra à sua frente um verdadeiro obstáculo. Grande. Alto. Largo. Uma montanha. O que é que ele faz? Tem três hipóteses. Ou fica a esmurrar a montanha até a transformar em pó. Ou volta para trás e segue um outro caminho. Ou, a hipótese mais difícil: sobe a montanha. Passa por ela sem sair do seu caminho. 


Na primeira hipótese, o homem cansa-se, desgasta-se e se conseguir derrubar a montanha, nessa altura estará tão exausto que não terá forças para continuar o caminho. E o caminho acaba aí. Na segunda hipótese, o homem amedronta-se com a montanha, e volta. Sai, portanto, do seu caminho. Na terceira hipótese, o homem sobe a montanha. Só tem essa chance. Subir. Mas, para subir, ele precisa de se livrar da sua carga. Libertar-se de coisas, desapegar-se de elementos que julgava serem cruciais para essa jornada.

Para subir, o homem tem de aceitar «ser». E vai ficando mais leve. Quanto mais sobe, mais carga liberta e mais leve fica. E quando finalmente chega ao topo, está verdadeiramente liberto. Pode olhar lá de cima para todo o horizonte. E percebe que está diferente. Já não pode descer para voltar ao seu caminho inicial. Deverá continuar dali. E quando ele sentir verdadeiramente isso, eis que um caminho se anuncia a partir dali. Alto, leve, livre"

 

excertos do "Livro da Luz"

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14
Out15

100 Segredos das pessoas felizes - Parte II


Avó Madalena

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Parte II dos 100 segredos:

26 - Comprar aquilo que gosto: não é comprar compulsivamente é comprar apenas o que  gosto mesmo ou que preciso num gesto de estima e apreço por mim mesma

 

27 - Fazer do meu trabalho uma vocação: este é mais difícil, não estou na minha vocação, mas devo agradecer este trabalho pois é ele que me paga as contas e que permite que tenha uma vida condigna. Mas pensar apenas neste aspecto faz que seja um sacrifício ir trabalhar

 

28 - Sou uma pessoa e não um estereótipo: sou uma pessoa livre de pensar agir e sentir como bem entender sem ser obrigada a determinadas coisas só porque sou mulher

 

29 - Ter um objectivo: dar sentido ao que faço. Tudo tem um propósito

 

30 - Ainda não terminou a melhor parte da minha vida: a vida é cheia de pequenos presentes e alegrias e a superação do ser humano é extraordinária

 

31 - Dinheiro não traz felicidade: a paz e a alegria sim! Confesso que ajuda, e muito, mas não é o factor principal

 

32 - Não me envolva em conflitos: gastar o meu tempo em coisas que não valem a pena, desgastar-me.. vou seguir em frente e o que tiver de ser, será. Já rolei anos de mais com a pedra de Sísifo, agora já chega

 

33 - Alinhar os meus objectivos ente si: ser coerente nos objectivos

 

34 - Concentrar-me nas esperanças e não nas tragédias: ter esperança é um estimulo para a mudança. 

 

35 - Não podes vencer sempre: aprende a lidar com as derrotas e com os fracassos. Foi uma experiencia que correu mal...

 

36 - O meu guia deve ser o meu objectivo: definir o que quero e depois persegui-lo com o meu coração. Planear com cuidado e ir seguindo as instruções com paciência.

 

37- Ter expectativas reais (ainda esta semana a psicóloga me alertava para esta fato). Nunca vou consegui tudo o que quero, tenho de ser realista e dar valor ao que está ao meu alcance. Se os objectivos foram inatingíveis estarei sempre condenada ao fracasso.

 

38 - Não me esquecer que tenho de me divertir

 

39: Escolher as comparações com sabedoria: a comparação é inevitável e cultural mas faz-lo faz me sentir sempre diminuída

 

40: Ser responsável: terminar o que começo (retomar as funções no Refood, por exemplo). Embora o meu mundo tenho eclodido, não terminou. Não posso deixar mal quem depende de alguma forma de mim

 

41: Arranjar um passatempo: Fornecem estabilidade e diversão. Já tenho o croché (que me irrita quando corre mal), a leitura e as caminhas que tenho de retomar com urgência!!

 

42 - A amizade é mais importante que o dinheiro: dinheiro não tenho, amigos tenho poucos, mas são valiosos, por isso acho que estou no lucro

 

43- Invejar os relacionamentos dos outros é inútil (esta não havia necessidade...), a minha família nuclear acabou de ser destruída para dar inicio a outra possível família... não é inveja, mas sinto-me roubada,mas tal como tudo vai passar. O que importa é a qualidade e a minha relação como meu filho vai sair mais forte. Também tenho o apoio da minha família que mesmo longe se importa e dos meus amigos.

 

44 - Acreditar em mim: Não posso de modo algum dar-me por vencida nem perder a fé em mim. Eu vou conseguir superar e vencer esta batalha.

 

45 - Não acredite demais em si: nada de arrogância ou pretensão, também cometo erros e falho

 

46: Tomar algum tempo para me adaptar às mudanças: os processos de adaptação e mudança podem ser longos, tensos, ansiosos  e dolorosos,tenho de levar as coisas com calma e sabedoria

 

47: Usar o meu trabalho de modo positivo: o trabalho dá uma identidade. pensar que sou produtiva e trabalhadora incute auto respeito. dar o meu melhor mesmo que não seja no que melhor me define

 

48: Se não tiver a certeza, escolher o mais positivo: escolher sempre a alternativa positiva

 

49: Compreender que a satisfação completa não existe: lutar sempre por melhorar, alegrar-me com as minhas conquistas. Não procurar a perfeição, será uma perda de tempo, porque perfeição não existe

 

50: Cerca-te de perfumes agradáveis: os cheiros influenciam o estado de espírito. Um casa cheirosa, um ambiente perfumado tem efeitos bastante positivos

 

Parte III e IV em banho Maria

 

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13
Out15

100 segredos das pessoas felizes! - Parte !


Avó Madalena

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 A infelicidade e a depressão são conceitos invasores da minha vida. E como não pretendo mais ser infeliz nem deixar que os outros me controlem procuro diariamente descobrir pequenas coisas que me ajudem.

Este livro ajuda exactamente a descobrir que a felicidade mora dentro de nós e depende apenas da nossa visão perante as coisas.

1 - Delinear a estratégia para encontrar a felicidade: definir o que quero e desenvolver as estratégias. valorizar as coisas que  acontecem de bom  e extrair do resto a experiencia (parece bastante básico e já batido, mas na realidade implementar esta dica requer algum treino e sabedoria)

 

2 - Usufruir das coisas comuns: desenvolver a capacidade de prestar atenção às coisas boas que até fazem parte da rotina diária (o conforto da cama, o sabor do café, o carinho do cão - e eu acordo todos os dias com uma lambidela boa da minha bichinha e um bom abraço de bom dia do meu filho - existe algo nmelhor?

 

3 - Ser positivo: acreditar no sucesso, viver com satisfação dos presentes diários que recebemos

 

4 -Mente aberta a novas ideias: aprender sempre, evoluir, mudar. Crescer enquanto individuo mudando hábitos mas especialmente as expectativas, pois são estas que muitas vezes nos "quebram". Voltei a estudar, tenho a tese para fazer este ano e não vou desistir dela, aliás vou canalizar toda a minha energia para este trabalho

 

5 - Concentrar-me no que realmente é importante: não perder tempo com superficialidades ou com coisas que já não posso mudar (o passado é para deixar de remoer e deixar ficar lá para trás, dele apenas deve ficar a experiencia. Já passou, já não me pode magoar mais e nada do que eu faça ou diga ou vai mudar).

 

6 - Não confundir bens materiais com sucesso: uma casa é apenas uma construção de tijolos, não posso deixar a minha felicidade presa a ela, soltar a casa, os carros, os bens, deixar tudo ir e ficar livre e leve para recomeçar. Se tivesse de ir hoje embora o que levaria? Pois então é isso que interessa, o resto vai e vem... e se tiver de ir, temos pena, vai doer, vou perder dinheiro, mas mantenho a minha dignidade e o meu brilho. O meu sucesso será a minha relação com o meu filho, com a minha família e com os amigos que realmente são dignos desse nome

 

7 - Cultivar os  amigos: em momentos difíceis e de mudança alguns vão se embora, mas ainda bem que existe esta selecção natural, ficas consciente de quem vale a pena, de quem merece o teu respeito e dedicação. Tenho a certeza que algures por ai estão pessoas maravilhosas que ainda farão parte da minha vida

 

8 - Lembra-te de onde vieste: as minhas origens são muito importantes para mim e relembram-me tudo o que passei e já sobrevivi. Depois de tudo tenho mais é de ter orgulho em mim! Já passei por tanto, isto é apenas mais um obstaculo que vou superar

 

9 - Fazer coisas em que me sinto competente: tenho de redescobrir os meus talentos e dedicar-me a eles, fazer coisas que me deixem orgulhosa a feliz. Se eu me sentir competente no que faço de certeza que me sentirei mais feliz

 

10 - A minha vida tem um propósito e um sentido: eu não vim para cá por acaso, tenho uma missão e vou descobrir o que é

 

11 - Não enfrentar os problemas sozinha: falar sobre o que nos atormente abre novas portas e janelas. Nada é impossível e podemos descobrir que existem várias soluções para o mesmo problema. Não sou a primeira mulher a divorciar-me ou a perder a casa ou a ser traída e mal tratada. Sou uma de muitas e tal como elas também eu vou reestruturar a minha vida e ser feliz. Ao esconder o problema ninguém me poderá ajudar.

 

12 - Dizer aos outros o quanto são importantes para mim: o meu filho, os meus pais, amigos são importantes precisam saber disso, precisar saber que fazem a diferença na vida de alguém

 

13 - Ser agradável: adoptar uma atitude positiva e amável. Eu sou um mau feitio.... teimosa, mas sei que tenho de mudar e esforço-me. Lentamente sei que estou no bom caminho

 

14 - Aceitar-me como sou incondicionalmente: eu não sou a roupa que visto nem o carro que conduzo. Não sou o meu telemóvel nem a minha conta bancária. Aceitar-me como sou: sardenta, com cabelos brancos, pernas tortas e mau feitio.

 

15 - Sorrir sempre: não me lembro da ultima vez que ri a sério, esboço sempre um sorriso amarelo. Começou por causa dos dentes estragados (mas ontem mesmo tomei uma chávena de coragem e fui ao dentista - estou a preparar-me para fazer as extracções necessárias) e depois deste contratempo físico sei que a vida me vai dar muitos motivos para sorrir

 

16 - Gostar do que tenho: por gostar tanto das minhas coisas sobre com o desapego, mas não invejo as coisas dos outros, gosto das minhas

 

17 - Ser flexível: sei que sou teimosa em algumas coisas, mas fui demasiado flexível em outras. Se não o tivesse sido provavelmente neste momento não estaria nesta alhada e tudo isto seria um assunto de um passado bem distante. Ser flexível q.b., o suficiente para fazer os outros e nós mesmos felizes.

 

18 - Fazer algo todos os dias: defina objectivos e metas, dar sentido aos meus passos. Fazer coisas que gosto: ler, tricotar, caminhar

 

19 - Ser a minha maior fã: confiar em mim mesma, na minha capacidade. Lutar e resistir, mas não desistir

 

20 - Juntar me a um grupo: os interesses comuns ajudam em relações de afecto, eu tenho o meu grupo de tricot, que adoro e onde me sinto lindamente. Tenho umas meninas fabulosas. São poucas, mas de grande qualidade e não as trocava por nada. Obriga-me a sair de casa para ir aos encontros e a magicar coisas novas para fazer, existe sempre uma troca de ideias e sugestões, mimos e chá

 

21 - Os acontecimentos são temporários: as coisas más acontecem, mas a verdade é que o tempo cura tudo (se deixarmos de viver agarradas aos passado). O tempo tem um poder curativo e empurra-nos para a frente (se bem que não é uma coisa que se goste de ouvir quando estamos no auge do furação da tristeza e da dor)

 

22 - Desligar a televisão e o facebook: rouba tempo, impede nos de fazer coisas, limita-nos o pensamento. Preciso de me dar  com pessoas e não com coisas

 

23 - Não trocar os meus princípios por um objectivo: aconteça o que acontecer quero deitar-me de consciência tranquila. A vingança não condiz com o meu perfil e eu acredito que o que é meu meu será e que a lei do retorno não falha. Não me vou desgastar com quem não merece. Eu sou mais eu.

 

24 - Deixe de engolir sapos: ficas ressentidas, irada  desgastas-te. Não vale a pena. Apenas diz  que tens a dizer de forma civilizada, sem raiva ou agressividade

 

25 - Não me culpar mais: nada estava sobre o meu controlo, não tive culpa, falhei, errei, mas sou apenas humana, as consequencias já são suficientemente dolorosas para me culpar por coisas que não fui eu que causei. 

 

Parte II, III e IV para depois

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12
Out15

Encaixotar a vida


Avó Madalena

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 Este fim de semana foi muito pesado a nível sentimental.... regressar à casa  que durante algum tempo foi a "nossa" casa, o nosso primeiro espaço onde desenhamos os primeiros planos. Foi altura de regressar à terrinha e começar a encaixotar o passado... 

Lembro-me bem quando me mudei para lá.... da alegria, da esperança, os planos, a felicidade em colocar cada coisa no seu lugar em descobrir nas lojas e feiras pequenos objectos que nos iriam acompanhar a testemunhar aquela que seria a nossa vida.

Algumas coisas retomaram o seu espaço inicial: a casa dos meus pais, foram de lá que saíram e para lá voltaram... mas desta vez foi uma mudança magoada e sem grande vontade para redecorar o que foi o meu quarto durante 22 anos e que agora voltará a ser o meu espaço cada vez que voltar às origens....

Foi difícil, mas a primeira parte já está. Ficaram os moveis e os livros para uma próxima visita, a ultima. E com ela fecho esse capitulo.

Quando compramos casa ooptamos por trazer algumas coisas mas na maioria compramos mais coisas, outro estilo, mais planos, mais ideias. Esta seria a nossa ultima mudança, a ultima casa e seria decorada com todo o amor possível, seria a casa onde iriamos criar o nosso filho e fazer as obras que tanto sonhamos. Era ali que eu me via feliz. Dei o meu melhor, mas não consegui construir um lar e agora tenho objectos, livros e moveis que terei de me desfazer.... mas o que me custou mais foi pensar que nunca mais terei uma casa minha.

Nunca vivei em casas alugadas, sempre tive o que se chama de habitação permanente (e supostamente para sempre), sou de hábitos, de rotinas, gosto do meu espaço e agora que terei de alugar um espaço sinto-me vazia... 

Como se constrói um lar num espaço que não é nosso? Como se escolhe uma decoração para uma coisas provisória? O meu futuro vai passar por andar de caixas de um lado para  outro?

Eu sei que a maioria das pessoas moram em casa alugadas e fazem mudanças e recomeçam e compram e vendem e revendem e montam e desmontam a mobília e são felizes, mas eu não sei fazer isso. Gosto de me sentir em casa, preciso da sensação de pertença, da segurança.

Numa casa alugada não podes ter muitas coisas, porque cada vez que mudas tens de encaixotar....

Acho que estou a ser imatura e demasiado materialista. A vida e a felicidade não dependem de coisas físicas, dependem do amor e das relações, mas isto tudo é uma novidade para mim e eu sinto-me a rodopiar e a ficar tonta

Eu sei que nada é para sempre, mas assim a sensação de efemeridade é ainda mais forte. E eu fico insegura, sem vontade de desempacotar ou de emcapotar. Já consegui doar e colocar algumas coisas à venda, por isso começo a trilhar o caminho

Metade de uma casa já esta, falta a outra metade e a casa onde vivemos agora que falta empacotar todinha e vender.... 

Sinto-me claustrofóbica, rodeada de caixas, com a vida suspensa... eu sei que é só uma casa, que o lar somos nós e não as paredes que nos abraçam, mas ainda assim não posso deixar de pensar que uma vida, se resume a umas quantas caixas de cartão com una cacarecos lá dentro...

Como é que as vizinhas lidam ou lidaram com isto? Qual o segredo do desapego

 

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06
Out15

Aceitar


Avó Madalena

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" Aquilo a que resistes, persiste.
Aquilo que aceitas, podes (talvez) transformar."

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02
Out15

Cartilha de divórcio para pais


Avó Madalena

Enquanto uma batalha se trava. os filhos ficam muitas vezes a servir de rama de arremesso ou de chantagem contra o outro.

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Espero sinceramente não o fazer com o meu M, nem que ara isso tenho de engolir muitos sapos. Confesso que depois de ler a Cartilha de divórcio para pais percebi que tenho cometido alguns erros, que espero não voltar a repetir.

O M. não tem culpa de nada e deve ser resguardado o mais possível. 

A conselho todos os pais a ler este documento:

fhtthttp://www.cnj.jus.br/images/imprensa/Cartilha_do_Div%C3%B3rcio_pais_09_05_14.pdfp.

Embora seja da Associação de magistrados Brasileira, as questões principais são as mesmas.

Acaba um casamento, mas não a relação pai e filho e essa relação civilizada deverá ser mantida para sempre (por moto que nos custe, mas temos de pensar em quem é mais importante - os nossos filhos).

O que estás pronto a fazer pela sanidade mental e equilíbrio do teu filho? Por mim tudo (nem que depois me enfie no chuveiro a chorar baba e ranho). Já chega tudo o que sofreu. Pensar nele primeiro e juntar os meus cacos depois. Quero que ele se sinta amado, seguro e com orgulho na mãe e é isso que terá, é isso que merece e nada menos

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01
Out15

Balanço Setembro


Avó Madalena

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Setembro foi um mês atípico. Algumas alterações drásticas tiveram de ser tomadas mas isso não me impediu de tentar manter o foco.

As 3 despesas que mais "comem" o meu ordenado são a casa (empréstimo, juros e seguros), seguido das refeições fora de casa (o café pela manhã, algumas sopas ao almoço e os almoços do herdeiro enquanto estamos a tentar ajeitar a rotina). A Meo também é uma parcela grande, mas em Fevereiro termina o contrato e vou procurar um serviço de tv+internet+tlm mais acessível ao meu bolso.

Com tantos dias cinzentos apenas li um livro (e foi em PDF), mas em compensação voltei ao crochet.

Vou considerar que Setembro foi o mês das asneiras, dos testes e dos distúrbios. Outubro será o mês da aprendizagem com os meses anteriores.

Começo já sábado num mercadinho do baú onde vou levar os meus livros para venda e no próximo fim de semana uma feira de velharias para tentar descartar algumas coisas que não poderão mudar de casa comigo por isso tem de procurar um novo dono com alguma urgência.

Não morri, fisicamente estou bem e o meu M também está a digerir bem o divorcio, por isso resta-me colar os cacos, pensar em mim e preparar-me para colocar a casa à venda. E rezar para que as minutas de mutuo acordo sejam assinadas depressa...

O resto virá com o tempo...

Sei que não estou sozinha nesta fase, tenho o apoio da minha família e amigos e sei também que muitas mulheres e homens já passaram, passam e passarão por esta fase de destralhamento emocional, por isso sinto-me acompanhada... sozinha, mas acompanhada.

Ah, já fiz a matricula no 2º ano do mestrado, por isso agora é dedicar-me de corpo e alma à tese.

 

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