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Casa d'avó Madalena

Casa de uma matrafona que mora na Aldêa, passa o dia assentada no pial a dizer patochadas

Casa de uma matrafona que mora na Aldêa, passa o dia assentada no pial a dizer patochadas

Casa d'avó Madalena

21
Set15

Acabou (o que nunca foi bom)


Avó Madalena

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 Tomar a decisão de terminar com uma relação tóxica não é fácil, demora o seu tempo, especialmente até que se convença que a relação não faz bem nem é saudável e que as coisas não vão mudar.

Felizmente um dia a bolha rebenta e tu pensas e gritas alto que não dá mais e descobres uma energia que te move no sentido de terminar com tudo o mais rápido possível para poderes fazer o teu luto em paz.

A parte burocrática vai enchendo as partes do dia e da noite mais sossegadas e cada vez mais vez a luz ao final do túnel a aproximar-se. Mas mais uma derrapagem... terão de partilhar o mesmo tecto....

como podes chorar, gritar, espernear e recomeçar a viver se tiveste a triste ideia de fazer planos em comum, onde entra uma divida do tamanho do mundo e uma casa a pagar ao banco. Como lidas com um processo de separação quando continuam a partilhar o mesmo teto?

parece que voltas atrás, que nada mudou ... com a diferença que agora te sentes ainda mais humilhado... a vida de solteiro é-te esfregada na cara diariamente e tu não tens para onde fugir e não podes demonstrar o quanto está a doer. Enquanto desmoromas por dentro ouves a outra parte dizer que agora sim é feliz, anda de sorriso na cara todos os dias....

Como se lida com uma tortura destas? Como se tratam as feridas que teimam em não sarar porque diariamente lhes atiram sal?

Estou a fazer os possíveis para tratar da questão mais pesada: o gigante empréstimo bancário, mas está difícil e demorado. E se demorar semanas, meses ou anos? Como se sobrevive? Como se colam os pedaços que teimam em desmoronar diariamente??

 

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