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Casa d'avó Madalena

Casa de uma matrafona que mora na Aldêa, passa o dia assentada no pial a dizer patochadas

Casa de uma matrafona que mora na Aldêa, passa o dia assentada no pial a dizer patochadas

Casa d'avó Madalena

28
Abr17

Retomar


Avó Madalena

Acabei a tese!!! 

E a minha vida não vais mais ser a mesma!  

Este fim de semana prolongado vou aproveitar para dormir, fazer uma limpeza profunda na casa, ler que nem uma desalmada, fazer crochet, preparar os menus, fazer compras e vegetar no sofá. Nada de fotocópias, emails, powerpoint, stress ou pressão académica.

Este fim de semana volta a ser só uma dona de casa, mãe e empregada a tempo inteiro.

O mestrado foi um objectivo cumprido, uma prova superada, um sonho alcançado!  Agora, vou desfrutar um bocadinho o alivio da agenda, pensar na pós graduação e em mim. As rotinas vão voltar!

Fui vegetar! Mas volto em breve para retomar o FLY!

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22
Jul16

Lost...


Avó Madalena

giphy.gif

 Aquele momento em que precisas de soltar a alma e a voz e não sabes como começar... 

Os últimos dias têm sido estranhos, cheios de ratoeiras, de testes... sinto-me que tenho falhado a cada um deles, estou cansada, confusa, carente até.... 

A tralha que vai na alma espelha-se na agenda e na casa, o caos está instalado!!! Sinto-me naquelas fases em que o cansaço tomou posse e só me apetece passar o dia a dormir. O corpo e a mente estão a chegar ao limite, e isso neste momento é inconcebível: tenho muito trabalho pendente, tenho  dias para fazer da tese o que não fiz em meses (tenho de entregar a 1ª versão até 31 de Agosto), tenho a casa num pandemónio... definitivamente não é uma boa fase.

A sensação que tenho é que as conquistas pessoais do ultimo ano foram por água abaixo, ou então fui eu que passei os últimos meses a fingir que estava bem... não sei...apenas reconheço que me sinto partida, sem fôlego.

Preciso de me esconder do mundo, voltar ao utero, fazer um retiro.... preciso de mim nas melhores condições, de me encontrar novamente feliz e em paz. 

 

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15
Out15

100 Segredos das pessoas felizes - Parte III


Avó Madalena

100.jpg

 A busca pela felicidade não dá tréguas...

51 - Não ter medo da idade (especialmente quando foste trocada por uma miúda 10 anos mais nova). Resta-me a maturidade e sabedoria. E saber que sou melhor agora que há 10 anos atrás

 

52 - Cultivar as lembranças boas: recordar a felicidade do passado tem o poder de trazer felicidade para o futuro. Quando volto ao passado vfeliz gosto de ir para  ás férias em casa da avó Madalena. Era tão feliz e tão amada!

 

53 - Prestar atenção ao que tenho, se calhar já tenho o que preciso mas ainda não percebi: tenho de pensar e começar a reconhecer as minhas alegrias, acima de tudo dar valor ao que tenho

 

54 - Perceber o que me deixa feliz e triste: se descobrir a causa da minha tristeza consigo dar a volta e pensar nela de fora para dentro. Tentar perceber porque estou assim, perceber a origem do problema é um meio para a cura

 

55 - A satisfação é relativa: perceber como avalio a minha satisfação e a minha felicidade, as comparações que faço. Tenho que interiorizar que dentro das minhas possibilidades dei e obtive o melhor. Se desvalorizar em comparação com outros corro o risco de perder um belo momento de felicidade e sucesso ( e esta vai direitinha ás minhas notas do mestrado e às frustrações sem sentido e às exigências que me coloquei)

 

56 - Não deixar que os outros definam os meus objectivos: tenho de descobrir o que sou e o que quero para mim. Viver com base no que me interessa. Chega de ficar no sofá a ver a vida a passar como se fosse um filme e eu uma marioneta. É importante acreditar que temos controlo na nossa vida

 

57 - Não agredir amigos e família (mesmo quando apetece): mesmo quando temos razão de que vale magoar quem amamos? É assim tão importante ter sempre razão?

 

58 - Precisamos sentir que somos necessitados: que os amigos precisam de nós e a família, o cão, o gato...ter consciência que fazemos falta e que somos importantes para alguém é revelador. Fazemos parte da vida de alguém

 

59 - Deixar de pensar "e se": o passado já era, o futuro ainda não chegou, o importante é o presente, o agora, onde podemos fazer diferença

 

60 - Fazer trabalho voluntário: faço parte do Refood Almancil e sinto-me grata por fazer parte deste grupo. Para além de ser uma boa causa ajuda-me a conhecer-me melhor a mim e aos outros. Ser voluntária dá um objectivo á nossa vida e quem sai mais beneficiado somos nós e não tanto aqueles que podemos auxiliar (estou em licença sabática, tenho de retomar todas as funções)

 

61 - Fazer exercício físico: muda o estilo de vida para mais saudável, permite libertar endorfinas e conhecer pessoas novas. Aumenta a nossa energia e com ela a auto confiança e auto estima

 

62 - Tenho sempre uma escolha: ninguém me pode obrigar a nada, eu tenho o poder de escolher. Ao invés de perder tempo a queixar-me devia aplicar esse tempo a escolher o que gosto e me faz melhor. A forma como encaro as coisas tornam-nas num fardo ou numa atividade de prazer e de cuidado pelos outros. (exemplo engomar pode ser um a fardo ou uma forma de mostrar ao meu filho que me importo com o modo como se veste e se apresenta confortavel nas suas roupas)

 

63 - O que importa não é o que aconteceu, mas como lidas com o que aconteceu.

 

64 - Desenvolver interesses comuns com as pessoas que gostas: os encontros de tricot, os fóruns de leitura, as caminhadas são apenas formas de criar laços, permite um relacionamento mais duradouro e melhor qualidade de vida

 

65 - Ri-te!! Entrega-te e ri (para esta inscrevi-me numa sessão de terapia do riso) - a felicidade está relacionada com o humor

 

66 - Deixar que a minha vida gire apenas em função de uma coisa: o obsessão fez-me perder momentos muito bons que não recuperarei, evitar este abuso é fundamental, a vida gira em redor de muitas coisas e de muitas pessoas, sai da caverna!

 

67 - Compartilhar: não ter vergonha de pedir amparo aos amigos e família, não preciso guardar tudo dentro de mim porque depois vem as crises de ansiedade e expludo. Não me vou voltar a isolar do mundo! 

 

68 - Estar ocupada é melhor que estar chateada: encontrar qualquer coisa para fazer, ocupar corpo e mente de modo a não existir espaço para pensamentos menos positivos. 

 

69: Faz o que dizes que vais fazer: comprometer-me comigo mesma, com a família, com os amigos. Gera confiança e credibilidade 

 

70 - Procurar pensar menos nas pessoas e assuntos que não interessam: pensar no que nos aborrece apenas aumenta o aborrecimento. Esqueça quem não merece ser lembrado.

 

71 - Manter o contacto com a família: embora algumas pessoas só tenham alguns aspectos biológicos comuns, tem sempre alguém na família de quem gostamos: um primo, um tio. E eu tenho tantas saudades da minha família.. estou longe e só as chamadas telefónicas não ajudam. Mas tem aqueles familiares que sinto falta mas nem o numero sei e acabam por ir ficando para trás.

 

72 - Comer fruta todos os dias (coisa que devo fazer 1 vez por mês), faz diferença na nossa vida, os alimentos processados são prejudiciais. Alem de doces também trazem benefícios emocionais

 

73 - Pensar em termos concretos: definir objectivos concretos e ir avaliando o seu progresso. As metas que cumprimos são sempre benéficas e impulsionadoras. Atingir objectivos aumenta a autoconfiança, satisfação e prepara-nos para novos objectivos

 

74 - Dar apoio às outra pessoas: Ajudar os outros e uma boa forma de nos ajudar-mos. Eu tenho de aprender a escutar, sou muito cabeça no ar e perco-me....

 

75 - Procure reconciliar as pessoas: passa a vida a fazer isto com a minha mãe e minha avó (que é sogra), parecem gato e rato de tão teimosas. Já estão as 2 meio taralhoucas mas eu preciso delas juntas e elas precisam uma da outra.

 

 

 

 

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20
Mai15

Não foi desta...


Avó Madalena

panico.jpg

 Nos ultimas semanas sentia-me sempre em aceleração, o corpo a tremer, dificuldade em pegar em canetas ou talheres de tanto tremer. Quanto me deitava o corpo parecia estar sempre as pulos e coração a sair pela boca. Na semana passada acordei com a tensão arterial demasiado alta, frequência cardíaca muito acelerada, suores, vómitos, a arrastar a voz e com vontade de dormir eternamente.... o que aparentava ser um problema cardíaco ou algo de preocupante revelou-se um ataque de pânico que me deixou sem forças e em casa durante 10 dias....

Andei a fazer os possíveis e impossíveis para fazer tudo e no fim o corpo acabou por ganhar a batalha e durante 10 dias comi e dormi.

Por vezes acho que sou uma super mulher, multi tarefas, mas a mente e o corpo não concordam comigo, fui abusando e sem dar por ela atingi o limite.

Sinto-me fraca e com algum  receio mas sendo a culpa toda minha, tenha de aprender com a lição e aprender a relaxar mais, a fazer as coisas pelas prioridades e com calma, ninguém é de ferro e tudo tem limite.

Agora para castigo voltamos à mirtazapina e com ela o aumento de apetite e o ganho de peso.... só estragos ...

 

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11
Mar15

Baby steps


Avó Madalena

baby-steps-to-big-dreams.jpg

 

Tão sumida que tenho estado, as viagens a Coimbra têm ocupado os finais de semana e depois passo o resto da semana de rastos e desorientada.

Como as aulas já começaram à algum tempo já deveria estar re organizada e com uma rotina mais produtiva.

Assim, proclamei black out digital quando chego a casa, só posso ligar o computador (que é emprestado) depois de jantar (excluindo os dias em que tenho de fazer trabalhos, claro). Em 2 dias engomei toda a roupa pendente, ficando apenas alguma por lavar e uma máquina a secar - que iremos engomar em breve.

Hoje temos reunião e trabalho do Refood, por isso vou chegar a casa mais tarde, mas espero que que ainda com energia para apanhar a roupa do estendal e arrumar a cozinha.

Os trabalhos são muitos, mas tenho algum tempo para os fazer (desde que não procrastine muito), por isso já ando a tratar da pesquisa de um deles para ver se no sábado, durante a aula, tiro as dúvidas e começa a fazer a parte escrita.

 

 

 

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02
Fev15

Diário de bordo mestrado


Avó Madalena

aulas.jpeg

Voltar a estudar foi a concretização de um sonho, mas na realidade não devo ter ponderado o suficiente esta decisão... estive vários anos afastada do meio, demasiado decepcionada com o trabalho e cega relativamente ao futuro....

Durante anos esqueci-me da minha formação e deixei de procurar as actualizações, as leituras e as formações na área, tendo dedicado a áreas diferentes (HACCP, Segurança e Higiene no Trabalho....) nada a ver com a minha formação.

Tentei ignorar o que sentia e anulei-me enquanto pessoa e animadora. Claro que a depressão não ajudou e acabei por ficar com um buraco negro intelectual. Agora, de volta às aulas sinto o peso desse buraco, sinto a falta de vocabulário, o não conhecimento das novas teorias e técnicas.... sinto que tenho muito para aprender e um longo e árduo trabalho pela frente. Nunca me deveria ter anulado. Permiti que a derrota e a acomodação tomassem conta de mim e prejudiquei-me bastante.

Tenho necessidade de rever todas as matérias com muito mais profundidade que os meus colegas, tenho mais dificuldade na realização dos trabalhos....

Vai ser mais difícil do que supunha, mas agora não posso baixar os braços e de modo algum vou desistir novamente de mim e colocar em causa o meu futuro. Só me resta estudar com força e dedicação e matar de uma vez por todas a procrastinação que invade a minha mente e corpo.

Eu costumava pensar que o conhecimento e a formação ninguém me podia tirar, por muito humilhada que fosse no emprego, ninguém me poderia retirar tudo o que tinha aprendido... mas eu fi-lo a mim própria, anulei-me, perdi-me, e esse foi o meu maior erro.

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