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Casa d'avó Madalena

Casa de uma matrafona que mora na Aldêa, passa o dia assentada no pial a dizer patochadas

Casa d'avó Madalena

Casa de uma matrafona que mora na Aldêa, passa o dia assentada no pial a dizer patochadas

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Avó Madalena, 19.09.12

... mais uma semana de adaptação, de trabalho, correrias e lutas. De dia para dia fica mais dificil acertar o passo, mas não desisto, não sou feita de material de refugo. É duro, pesado... só dá vontade de chorar... o suor, sangue e lagrimas no seu melhor, mas não me deita abaixo, sei que vou chegar ao que pretendo. Agarro-me com todas as minhas forças, sobrevivo. Vou em frente.

Esta crise que atravesso está a mudar me... dou valor ao que tenho, tento eliminar todo o que me faz mal, faço ginástica economica para conseguir cumprir com as minhas responsabilidades, finjo não reconhecer as pessoas interesseiras, tento não encher a alma de rancor e raiva pelos que sei que me prejudicam diariamente... aprendo que dependo de mim, da minha moral, da minha fé, da minha força. E cresco, e tento melhorar me como pessoa. Mas é dificil, doi, desgasta e desiquilibra... mas nada de desistir!!!

 

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