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Casa d'avó Madalena

Casa de uma matrafona que mora na Aldêa, passa o dia assentada no pial a dizer patochadas

Casa d'avó Madalena

Casa de uma matrafona que mora na Aldêa, passa o dia assentada no pial a dizer patochadas

2013 - a minha casa da aldeia

Avó Madalena, 30.12.12

 

 

A felicidade começa a definir-se num novo  conceito... tudo o que eu achava que me faria feliz acabou por se revelar uma frustração, uma mentira. A felicidade é oposto do que procurei, mas muito mais simples e fácil de alcançar.

A felicidade que procuro em 2013 é a minha casa na aldeia - o meu lar, a minha família, os sorrisos, os abraços, as lágrimas.... O que procuro é uma casa onde a família está unida, comunica, se respeita e ama. Uma casa onde os filhos e o amor venham em primeiro lugar, uma casa onde a cadela é família e não animal de estimação, uma casa que recebe os amigos de braços abertos e de recompensa receba a fraternidade e o bem estar de quem nela entrar.

Na minha casa da aldeia temos comida na mesa todos os dias e agradecemos por isso,na casa da aldeia da mos importância a tradição, a cultura e as raízes como forma de identidade, sentido de pertença.

Para 2013 apenas quero ser feliz, as bênçãos diárias: família, amigos, trabalho, casa, comida. Quero encontrar a capacidade de amar e perdoar (especialmente a mim mesma), quero ter mais calma, ter mais tempo de qualidade para o meu filho, equilibrar o meu corpo e mente (levantar mais cedo, fazer mais exercício físico).

No sofá da casa da aldeia vão-se ler mais livros, fazer mais jogos e conversar mais.

Na minha casa da aldeia vou descobrir que a felicidade está presente nas pequenas coisas e que as comparações com outras pessoas apenas me deitam para baixo, tenho de aprender a dar valor ao meu passado, as minhas lutas , as minhas derrotas e vitorias

Na minha casa da aldeia vou ser feliz e quem vier por bem pode entrar, sentar-se e tomar um chá comigo