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Casa d'avó Madalena

Casa de uma matrafona que mora na Aldêa, passa o dia assentada no pial a dizer patochadas

Casa d'avó Madalena

Casa de uma matrafona que mora na Aldêa, passa o dia assentada no pial a dizer patochadas

Dieta Mediterrânica

Avó Madalena, 18.01.18

Mais que do que aquilo que comemos a dieta mediterrânica, é um conceito mais abrangente que representa sobretudo

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uma forma de estar. Engloba os alimentos, a sua aquisição e preparação, o social, tradicional, cultural, familiar e histórico. Esta não é uma dieta qualquer, é a dieta dos nossos avós. 

Comer produtos sazonais, de produção biológica, adquiridos em circuitos curtos. É temperar tudo a azeite, comer da horta, deixar as carnes e os açucares para dias de "festas", comer fruta (da época e descascada por ela), beber muita água, acompanhar a refeição com um pequeno copo de vinho tinto. Ingerir frutos secos entre refeições.

No tempo da minha avó a comida não vinham em couvets nem embrulhada em plástico, os morangos só existiam no verão e as hortícolas estavam em todos os  pratos. Comia-se bem, comia-se com tempo, mastigava-se, saboreava-se. 

A dieta das nossas avós foi dintingida pela Unesco como Património Cultural Imaterial da Humanidade!! Sem corantes nem conservantes! A simplicidade da cozinha que se traduz na riqueza gastronomica das  açordas, caldeiradas, cozidos, sopas, jardineiras e ensopados. 

Há poucos dias fiz o teste PREDIMED (pqueno questionário que avalia a adesão à dieta mediterranica) e os resultados não foram nada animadores. Mas, como sou vegetariana já estava mais ou menos a contar, por isso vou alterar alguns hábitos e tentar melhorar o eu grau de adesão.

O primeiro exercicio será descobrir se todos os frutos secos me fazem alergia, ou só se são só as nozes, amendoins, avelãs.