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Casa d'avó Madalena

Casa de uma matrafona que mora na Aldêa, passa o dia assentada no pial a dizer patochadas

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Casa de uma matrafona que mora na Aldêa, passa o dia assentada no pial a dizer patochadas

O ato de falhar e o ato de admitir que falhamos

Avó Madalena, 27.04.15

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Não sei o que tem pior sabor.... se ter falhado ou ter de admitir que falhei.... é um sabor amargo  a fel.... mas  a culpa é minha, já diziam os antigos que quem a muito burros toca algum deixa para trás e eu acho que os deixei a todos....

Não consigo realizar o que me propôs tenho uma lista de wip enorme,os prazos estão a chegar ao fim e eu não conseguir terminar nada.

 Deixei acumular trabalho do emprego, do part time, do mestrado, de casa... o carro decidiu morrer quando mais precisava dele... e o meu cérebro deu um nó.

Tinha noção desde o inicio que iria ser difícil, mas não esperava nesta altura estar tão enrolada e desesperada. Aconteceu, falhei e agra tenho de lidar com as consequências.

Tenho de fazer uma lista de prioridades e deixar alguma coisa para trás... juntar o desistir ao falhei ainda não terrível, mas tem de ser, alguma coisa terei de conseguir salvar e se continuar com todas as pastas não vou conseguir fazer nenhum e falharei a todas, assim selecciona as prioridades de momento, coloco as outras em banho Maria e depois logo se vê.

Sinto-me uma falhada incompetente e inútil e por muito cruel que possa estar a ser no momento sei que a culpa é totalmente minha mas o pior é que não tenho a capacidade de aprender com os erros e sei que se me salvar deste momento complicado, futuramente virão mais porque eu atiro-me de cabeça e não pondero as consequências não meço as acções e depois choro, grito e esperneio....

gora que já me libertei vou trabalhar.... preciso chegar ao final do dia de hora com a noção de que consigo fazer qualquer coisa...

 

 

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